O Vinho desde tempos imemoriais que está associado à gastronomia portuguesa envolvendo engenho agrícola, marcando os usos e costumes de um povo, revelando-se na arte e na arquitetura e, vincando, de forma indelével mas sustentável a paisagem.

O reconhecimento dos vinhos portugueses tem vindo a ganhar eco fora de portas mercê da dedicação e sensibilidade de quem os produz. As adegas reformularam-se à luz de novas regras, outras ousaram nas formas arquitetónicas, os espaços revelam a história dos locais. A paisagem de vinha ora tira o folgo a quem a contempla, ora acalma os espíritos mais inquietos. As pessoas, essas, envolvem pela forma como recebem e partilham esta riqueza.

O turista procura estes valores, aprecia o que é genuíno e é ávido de experiências marcantes em locais emblemáticos. O vinho, a vinha e a cultura vínica podem afirmar-se sustentando a procura turística, reforçando a atratividade do território e valorizando outras propostas de visitação turística.

Segundo fonte do Turismo de Portugal, no universo associado ao vinho foram identificados “mais de 250 adegas, 850 quintas produtoras, 76 caves, 1200 produtores, sem esquecer os museus do vinho e as aldeias vinhateiras”, acrescentando que “entre as organizações do setor, destacam-se pela relevância para o turismo, a iniciativa que as Rotas dos Vinhos (atualmente 11) que podem desempenhar em prole do interesse comum de organizar e promover o Enoturismo. Estes números são relevantes e espelham do ponto de vista económico e social, o contributo para a dinâmica de territórios menos desenvolvidos, para a coesão territorial e emprego gerado”.

Na verdade, os clientes que viajam e procuram Portugal com esta motivação pretendem conhecer ou aprofundar os seus conhecimentos sobre os vinhos, mas também contactar a autenticidade das terras e das populações.

Fonte:Turismo de Portugal

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